segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Quando Deus é expulso entra o demônio

Brincadeira de carnaval? É só uma fantasia? Quem acredita nisso?
Cada ano que passa o carnaval vai requintando suas cenas "quentes" quer do ponto de vista da moral, quanto do distanciamento com relação a Deus.
Um pseudo luxo selvagem, um frenesi destemperado, cenas que se assemelham a orgias, enfim Deus cada vez mais distante. E o demônio cada vez mais presente.
Felizmente hoje o carnaval já não é mais uma festa popular. Virou uma imensa liturgia de símbolos, movimentos, expressões físicas, que acontecem aos olhos de alguns milhares, mas que não atrai a imensa maioria da população.
O que fará Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil?
Quem viver verá, dizem os franceses. Mas a "Dona da Casa" acabará pondo a casa em ordem.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007


Parece mentira, mas a notícia está aqui, logo abaixo. Nem entrevistados, nem entrevistadores tratam do tema chave do Natal: o nascimento do Salvador. Pura e simplesmente a festa foi "roubada" do verdadeiro aniversariante, o Menino Jesus, Nosso Salvador e Redentor. Pouco se pensa nisso. e também não se pensa que, no fim de nossas vidas seremos julgados poe Ele! E convém lembrar o que disse o Apóstolo são João: "No entardecer desta vida, sereis julgados segundo o amor." Que amor? Onde está este amor?


SP: maioria prefere réveillon ao Natal, aponta pesquisa
Yahoo Notícias - Seg, 17 Dez, 08h10
O Flash H2R do Comportamento, realizado em dezembro pela a H2R Pesquisas Avançadas, mostrou como os paulistanos preferem o réveillon (74%) em relação ao Natal (64%). Também foi perguntado sobre os presentes natalinos, 64% gosta de recebê-los e 56% de dá-los. Foram entrevistados 432 homens e mulheres, residentes na cidade de São Paulo, de classe econômica A, B, C e D (critério Brasil 2008) e faixa etária de 14 a 65 anos.

"As mulheres são mais entusiasmadas com o Natal do que os homens, porém a identificação positiva com o clima natalino é acentuada para ambos", diz o diretor da H2R, Rubens Hannun. O Natal parece mesmo ser uma "festa família": a maioria expressiva dos casados (89%) adora esse clima. Já os separados aparecem como os que menos gostam, especialmente neste ano, no qual 23% dizem estar indiferentes e 19% desanimados.

Em relação aos presentes de Natal, com ou sem críticas sobre o lado comercial desta data, a maioria dos entrevistados adora ganhar presentes (64%) e pouco mais da metade (56%) afirma dar presentes com prazer. Poucos são os que reclamam da obrigação de dar presentes, ou de ter que dar para alguém de quem não gostem, ou mesmo da chatice de ter que ir às compras.

A pesquisa apontou também uma diferença nesse sentimento ligado às condições financeiras dos paulistanos: a classe A é a que mais adora dar e receber presentes, seguida das classes B e C; a classe D é a que menos gosta, provavelmente em função de seus recursos financeiros. Curiosamente, a classe B, a mais indisposta com o Natal, é a que mais gosta de receber presentes (69%).

A maioria dos paulistanos (74%) se sente mais animada em relação ao réveillon do que ao Natal (64%). Os adolescentes e os jovens são os mais entusiasmados com o ano-novo. Entre as classes econômicas, é na D que as pessoas estão menos animadas para essa data.
Informações levantadas:

- 81% gostam o clima de Natal
- 1/3 dos separados e da classe B detestam esse clima
- 76% dos adolescentes, gostam mais do Natal. Entre os mais velhos esse valor cai para 53%
- São os adolescentes os que mais adoram ganhar presentes (79%) e os adultos de 36 a 50 anos são os que menos gostam (52%)
- Solteiros (74%) e casados (73%) adoram o réveillon; essa animação é menor entre os separados (68%)

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Qual o real interesse em aprovar o aborto?

Um amigo de Minas Gerais me encaminhou a notícia abaixo que trás uma interessante argumentação a propósito dos interesses mais profundos dos que promovem as leis pro aborto (pelo menos de uma parte deles). O que pensar? Uma palavra exprime bem: barbaridade! Estamos voltando aos tempos primitivos, pagãos, quando a vida humana era eliminada por nada. De que valem os famigerados e hipócritas Direitos Humanos?

Sérgio Cabral: um coerente defensor do aborto
por Silvio Medeiros

Sou contra o aborto. Não creio que a vida humana possa ser disposta por ninguém, e a natureza definitivamente não me conferiu esse direito. Se existe uma nova vida humana, esta não me pertence. Agora, isso não me tira a capacidade de admirar a defesa do aborto feita pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, ao afirmar que a fecundidade dos moradores da favela é uma fábrica de marginais.Não, não concordo com ele, sua tese não se sustenta e já foi refutada em vários artigos primorosos*.

Contudo ela é de uma coerência e de uma sinceridade espantosa com as raizes do pensamento pró-aborto, deveria servir de exemplo aos simpatizantes da causa. Fazia tempo que ninguém advogava pelo aborto com tamanha transparência acerca das próprias motivações. Motivações que dividem no próprio meio pró-aborto e fazem muitos até exclamar:-- Aborto sim, mas não por esse motivo!

Mas oras, é justamente por esse motivo que o aborto como conhecemos hoje existe! Quem é partidário dessa prática e se escandalizou com a tese de Cabral, é porque talvez desconheça a história desse movimento e os motivos que levam organizações pró aborto, a serem o que são.A frase do governador “Isso é uma fábrica de produzir marginal” [1] se referindo a procriação dos moradores da favela soa cruel mas faz todo o sentido na perspectiva dos articuladores iluministas do controle de natalidade e da disseminação do aborto em nível mundial, como Malthus, Charles Darwin e seu primo Francis Galton, Herbert Spencer, Margareth Sanger, para citar alguns.

Basta comparar.Vejamos a ótica de Charles Darwin, pai da teoria da evolução, inspirado na obra de Malthus que declarava que a natureza quer selecionar os mais fortes e extinguir os mais fracos: "Entre os selvagens, os fracos de corpo e mente são logo eliminados. Nós, civilizados, fazemos o possível para evitar essa eliminação; construímos asilos para os imbecis, os aleijados, os doentes; instituímos leis para proteger os pobres... Isso é altamente prejudicial à raça humana" [2].

Agora vejamos Herbert Spencer, criador do darwinismo social, doutrina que não admite menos dotados prejudicando os mais dotados: "Todo o esforço da natureza é para se livrar desses e criar espaço para os melhores... Se eles não são suficientemente completos para viver, morrem, e é melhor que morram... Toda imperfeição deve desaparecer“ [3].

Também Francis Galton, defensor do favorecimento da procriação apenas entre os ricos: “O que a Natureza faz de forma cega, lenta e impiedosa o homem deve fazer de modo previdente, rápido e bondoso” [4].

E por fim Margareth Sanger, discípula fiel das mentes acima, fundadora da Planned Parenthood, uma das maiores organizações promotoras do aborto no mundo (no Brasil sua filial se chama BemFam, investigado pelo MP por ensinar mulheres o aborto "higiênico" e tem sede em Campinas): "Os seres sadios devem procriar abundantemente e os ineptos devem abster-se... este é o principal objetivo do controle da natalidade" [5] e "Os serviços de maternidade para as mulheres dos bairros miseráveis são prejudiciais para a sociedade e para a raça. A caridade não faz senão prolongar a miséria dos inaptos" [6]

Esta interessante fina sintonia de Darwin a Sérgio Cabral se trata de um único princípio que une e coage em torno da legitimidade do direito de tirar a vida: o pragmatismo. A vida humana importa na medida em que interessa e a dignidade é um valor atrelado da utilidade. Por isso se um filho de uma mãe solteira numa favela terá menos chances de sucesso, ou maiores chances de se enveredar na criminalidade pela incompetência de gestão social do Estado, aborte. Essa vida não tem valor, poderá ser um ônus para a sociedade. Também se esterilize, pois deste ventre nada sairá de bom.

Forte demais? Mas essa é a idéia. E essa é a verdadeira discussão iniciada há mais de cem anos pelas mentes citadas acima, ainda não encerrada: quanto vale uma vida humana? A dignidade humana é intrínseca, ou não, depende de circustâncias externas e juizos de valor? É sagrada ou funcional? Se sagrada nada importará, este novo ser humano merecerá a manutenção de sua vida, propriedade tão e somente dele; agora, se funcional, então "a melhor coisa que poderemos fazer por um membro infantil de uma família grande", usando as palavras de Margareth Sanger, "será matá-lo" [7]. E é natural que seja assim mesmo, pois depois da morte intra-uterina institucionalizada e banalizada o passo consequente é a promoção da morte extra-uterina.

Não se trata de teoria da conspiração, mas de verdade documentada: existe um laço de união inseparável e ininterrupta entre a prática do aborto como a conhecemos hoje e os ideais de seleção de natalidade propostas por essas pessoas e ratificadas pelas Conferências de Belgrado, Bucarest, México, Rio, Copenhague, Pekin e Istambul, mas nós só a notamos quando notórios como Sérgio Cabral deixam escapar. Invocações de direito ao corpo são apenas dilatações esperadas de uma brecha aberta na inviolabilidade humana lá atrás.
Por isso há que se afirmar sem medo: ser favorável ao aborto é sim estar de acordo que a vida de um concebido favelado seja questionável. E ainda que atualmente este parecer se vista de roupagens românticas com os eufemismos “saúde reprodutiva” e “interrupção voluntária da gravidez”, a prática de tais expressões revelam um único fato: estamos a executar bebês, nossas mãos estão se sujando de sangue, nossas mães estão se mutilando, marcando suas psiques para sempre enquanto caminhamos para um suicídio coletivo. Não precisariamos disso.

Se Sérgio Cabral, Lula, Temporão desejam uma discussão madura e ampla acerca do aborto, então começo por mim mesmo: se a vida humana é mesmo violável, o que me impede de eliminar livremente aqueles que me desagradam, na classe política, por exemplo?Silvio Medeiros, publicitário[1] http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL155710-5601,00-CABRAL+DEFENDE+ABORTO+CONTRA+VIOLENCIA+NO+RIO+DE+JANEIRO.html [2] The Descent of Man (1871) p.168-169[3] Edwin Black, A Guerra Contra os Fracos, A Girafa Editora, SP, 2003, p. 54[4] Edwin Black, A Guerra Contra os Fracos, A Girafa Editora, SP, 2003, p. 63[5] Birth Control Review, maio de 1919[6] The Pivot of Civilization, 1922, p.80[7] Edwin Black, A Guerra Contra os Fracos, A Girafa Editora, SP, 2003, p. 231* http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20071026/not_imp70891,0.php , http://www.clicabrasilia.com.br/impresso/noticia.php?edicao=1729&IdCanal=1&IdSubCanal=&IdNoticia=309139&IdTipoNoticia=1 , http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2007/10/pobre-rio-de-janeiro-to-perto-do-mar-to.html

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

"Não há paz para os ímpios"



Vejam a notícia publicada hoje, 29 de Outubro, no Yahoo Notícias. Até o momento só apareceram relatos de enormes benefícios alcançados pelo Santo Padre Pio; considere-se, por exemplo, além de milagres, a gigantesca obra de caridade realizada por ele. Mesmo após ter feito um inegável bem durante a vida, até depois de morto o santo incomoda os ímpios. É a perseguição anti-católica que vai ganhando volume a cada dia. Enquanto isso, na glória celeste, inundado de uma eterna felicidade, o santo sorri porque tais ataques em nada o atingem, pelo contrário, contribuem para aumentar a sua glória. Ao mesmo tempo a Justiça Divina aguarda a hora de dar aos Seus inimigos e de Sua Igreja, a justa sentença. Que glória para o Santo Padre Pio!
Padre Pio, Rogai por nós!



Livro sobre santo italiano provoca ira de católicos
Dom, 28 Out, 12h06
Por Robin Pomeroy

ROMA (Reuters) - Para milhões de católicos, o padre Pio era um homem santo, cujo sangramento nas mãos eram estigmas, sinais sobrenaturais de sua fé profunda e de seus poderes miraculosos.
Mas um novo livro sugere que o padre italiano, que morreu em 1968 e foi santificado pelo papa João Paulo 2o, cometeu fraude, causando seus próprios ferimentos. O livro vem atraindo a fúria de fiéis, que acusam o autor de "calúnia anticatólica".
Em "Padre Pio, miracles and politics in 20th century Italy" ("Padre Pio, Milagres e Política na Itália do Século 20"), Sergio Luzzatto revela que o Vaticano era inicialmente cético em relação ao padre, cuja imagem é popular em casas, lojas e restaurantes em toda a Itália.
"O trabalho de um historiador não é dizer se um milagre é verdadeiro ou falso", disse Luzzatto à Reuters em entrevista pelo telefone. "É entender por que, em um país como a Itália, que no século 20 podia ser considerado secular, os milagres são tão proeminentes, o que isso diz sobre a Itália?"
Com acesso a arquivos do Vaticano, Luzzatto encontrou evidências de que o padre capuchinho encomendou secretamente garrafas de ácido carbólico, que ele poderia ter usado para criar as feridas em suas mãos, semelhantes às do Cristo crucificado.
Com a fama do padre crescendo no começo do século 20, altas autoridades do Vaticano desconfiaram de que ele poderia ser uma fraude, mas a torrente de devoção foi se tornando grande demais, e a igreja acabou tolerando e, mais tarde, reverenciando o padre.
Pio morreu em 1968, aos 81 anos, 50 anos depois de anunciar sua primeira experiência de estigmas.
Em 2002, o papa João Paulo 2o canonizou o padre como Santo Pio de Pietrelcina, depois de encontrar evidências da cura miraculosa de uma mulher doente, devido à intervenção do padre.
INFALIBILIDADE PAPAL
A popularidade do santo na Itália é imensa. Seu local de nascimento, no norte da Itália, foi transformado em um santuário que atrai multidões de peregrinos. Um estudo de uma revista católica no ano passado constatou que mais católicos italianos rezam para ele do que para qualquer outro ícone da fé, incluindo a Virgem Maria e Jesus Cristo.
Mesmo antes da publicação do livro esta semana, trechos publicados em um jornal nacional geraram muita polêmica. "Lembramos ao professor Luzzatto que, de acordo com a doutrina católica, a canonização implica em infalibilidade papal", disse Pietro Siffi, líder da Liga Católica Antidifamação, em comunicado no site do grupo na Internet.
Em referência às origens judias de Luzzatto, Siffi acrescentou: "Podemos sugerir que o professor Luzzatto coloque suas energias no estudo de sua própria religião, uma vez que, quando se trata de estudar o cristianismo, e o catolicismo em particular, parece que ele passa dos limites."
Luzzatto, que leciona na Universidade de Turim, rejeitou a noção de que a história católica deva ser objeto de estudo exclusivo de católicos. "Ninguém pergunta a um pesquisador da história grega: 'Você acredita em Júpiter?' Não é relevante para um historiador responder a esse tipo de pergunta." Declarando-se agnóstico, Luzzatto diz que não acredita em estigmas, mas acredita que a história do padre Pio revela muita coisa sobre a Itália e a Igreja Católica Romana, que, em sua análise, aprendeu a amar o padre apenas depois que ficou claro que ele tinha um grande número de devotos.
"Essa história mostra que a igreja às vezes tem de se resignar a deixar as camadas mais baixas vencerem, em vez da hierarquia."
"Não há dúvidas de que, mesmo que o padre Pio já tivesse defensores no alto escalão da igreja nos anos 1930 e 1940, esse é um dos casos em que a base venceu."

sábado, 27 de outubro de 2007

Ausência de Deus gera selvageria


A notícia abaixo foi um verdadeiro descalabro! Chocou muita gente, até religiosa. Mas uma crítica faltou; qual é ela?
O aborto é um gravíssimo pecado contra Deus, que afasta o homem do Criador e o priva de sua bênção!
Quantos outros pecados são cometidos? Quantos viram leis? Aí está a explicação para a situação infernal na qual vamos imergindo.
Por que dar as costas para Deus? As consequências virão. Até que o homem resolva dobrar a cerviz e, contrito, resolva se reconciliar com quem é o seu início e o seu fim.
O Globo, quinta-feira, 25 de Outubro de 2007
Cabral defende o aborto para reduzir crimes
Cláudio Motta
O governador Sérgio Cabral afirmou que as altas taxas de natalidade em localidades pobres, como a Rocinha, são verdadeiras fábricas de marginais. Em entrevista concedida ao site G1, ele defendeu a legalização do aborto, que deveria ser realizado, de acordo com o governador, na rede pública de saúde.
— Sou favorável ao direito da mulher de interromper uma gravidez indesejada. Sou cristão, católico, mas que visão é essa? Esses atrasos são muito graves. Não vejo a classe política discutir isso. Fico muito aflito. Tem tudo a ver com violência. Você pega o número de filhos por mãe na Lagoa, Tijuca, Méier e Copacabana, é padrão sueco. Agora, pega na Rocinha. É padrão Zâmbia, Gabão. Isso é uma fábrica de produzir marginais — afirmou Cabral.
As declarações do governador tiveram grande repercussão durante o dia. A Embaixada do Gabão no Brasil repudiou as declarações de Sérgio Cabral e emitirá uma nota oficial.
O reitor da PUC, padre Jesús Hortal, lamentou a afirmação do governador:

sábado, 13 de outubro de 2007

Quem não está comigo está contra Mim

A célebre frase de Nosso Senhor no Evangelho fica mais uma vez confirmada. Os acontecimentos humanos são sempre a favor ou contra Deus. E com o passar do tempo o que contrário a Deus vai saindo do implícito e ficando se explicitando. Uma grande perseguição religiosa anti-católica está mostrando cada vez mais as garras. Preparemo-nos!


Bolívia quer substituir a Corpus Christi por festa pagã
Na Bolívia, o Movimento ao Socialismo (MAS), do presidente Evo Morales, apresentou projeto de lei para substituir a comemoração de Corpus Christi pelo "ano novo aymara", de caráter pagão. O absurdo argumento usado é que a festividade católica é a "menos importante do ano", enquanto na realidade "adoramos o sol que nos beneficia, traz-nos calor e força e não pede nada". O texto foi apresentado em 21 de Junho, solstício de inverno, em "agradecimento ao sol e à Pachamama (Mãe Terra)", explicou Hilário Calisaya, deputado do MAS. Eis um sintoma do populismo esquerdista, que visa varrer o catolicismo e retornar ao primitivismo e à barbárie pagã anterior à evangelização católica e ao processo civilizatório das Américas. Evidentemente, a primeira a perder com isso é a população de origem indígena. (Agência Boa Imprensa, set. 2007)

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

A televisão vicia as crianças - 2a. parte

Veja a outra propaganda contra os excessos da televisão. É inteligente mas infelizmente, conforme a anterior, só se baseia em sentimentos e não em princípios. Seu efeito será ínfimo, pois os sentimentos são momentâneos e não têm sustentação sólida como os princípios.

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